

A AK Networks foi destaque no CISO Advisor e no portal O Globo. A reportagem mostra como a AI/R, empresa de tecnologia especializada em Agentic AI, modernizou sua cibersegurança com o modelo Zero Trust. O resultado foi mais visibilidade e controle de acesso à nuvem para suas equipes distribuídas.
Com a consolidação do trabalho remoto e híbrido, a AI/R passou a ter profissionais conectados de qualquer lugar. Eles acessam um número cada vez maior de aplicações SaaS e serviços em nuvem. Para proteger dados e acessos, era preciso primeiro enxergar como as informações circulavam entre os dispositivos e a nuvem.
O modelo tradicional, baseado em VPNs, já não acompanhava o ritmo da operação. Além disso, a companhia avançou no uso de IA generativa e agêntica, com plataformas próprias para criação de agentes e aplicações multiagentes. Por isso, tornou-se indispensável saber quais ferramentas os colaboradores usavam e qual o risco de cada uma.
“As VPNs foram importantes durante anos, mas, depois da pandemia, já não acompanhavam as necessidades de uma operação que exige segurança, disponibilidade e agilidade” — Ronald Huppers, CISO da AI/R.
Para enfrentar esse cenário, a AI/R implantou a plataforma Zscaler em parceria estratégica com a AK Networks. O foco é proteger o acesso à internet e às aplicações SaaS. Hoje, a companhia tem licenças para mais de 6.000 usuários.
A nova arquitetura segue os princípios de Zero Trust (Confiança Zero). Em vez de confiar automaticamente em quem está “dentro da rede”, a empresa avalia cada acesso. A liberação depende de identidade, contexto, aplicação e risco.
Na prática, a solução oferece:
Durante o projeto, a AK Networks adaptou a tecnologia às particularidades do negócio da AI/R, respeitando os prazos e as condições definidos pela companhia.
Com a nova arquitetura, a AI/R passou a identificar as ferramentas, os sites e as plataformas usados pelos colaboradores. Também passou a analisar padrões de uso e a definir regras de controle para cada tipo de acesso. Além disso, reduziu a dependência das VPNs e ampliou a visibilidade sobre as conexões com a nuvem.
Um dos grandes ganhos foi a flexibilidade: as políticas podem variar conforme o projeto e o cliente, sem a necessidade de bloqueios generalizados. Assim, cada situação é tratada de acordo com o seu risco e com as características da operação.
Para os usuários, a mudança também simplificou o dia a dia. O agente da Zscaler atua diretamente no dispositivo e elimina a necessidade de conexão manual à VPN, tornando a proteção praticamente transparente.
“Uma parceria estratégica vai além da venda: envolve apoio antes, durante e depois da adoção de uma tecnologia complexa” — Ronald Huppers, CISO da AI/R.
Para Sérgio Fabossi, CEO da AK Networks, o projeto representa a evolução da segurança digital: o foco deixa de estar apenas no perímetro corporativo e passa a considerar o usuário e o contexto de cada acesso.
“Nossa atuação combina tecnologia e entendimento do negócio, ou seja, entender o ambiente, os desafios e as prioridades do cliente para fazer uma implementação adequada a cada operação” — Sérgio Fabossi, CEO da AK Networks.
Equipes distribuídas e o uso crescente de IA exigem uma segurança que acompanhe o usuário, onde quer que ele esteja. Fale com os especialistas da AK Networks e descubra como levar mais controle à sua operação com uma arquitetura Zero Trust sob medida. 👉 Contato AK Networks
Para ler a matéria completa sobre o case da AI/R, acesse: CISO Advisor | O Globo